My Au Pair Journey

Ga Lynxi in New Jersey

Potter

Olá! Sei que tinha prometido que esse post seria sobre Boston, mas essa última semana foi meio doidinha….

Senti a primeira pontinha de homesick… Aquela tal, sabe? Pois é… Amigos, família, todo mundo que lê isso aqui, sinto muito, mas não foi por causa de nenhum de vocês que isso começou… O que aconteceu foi que sexta passada revi um amigo meu muito querido, e tive que me despedir dele… Sei que falei que ninguém que lê esse blog foi responsável pela minha homesick, mas se ele é um amigo tão querido, vcs se perguntam, pq ele não lê meu blog?

A resposta é simples: ele não tem internet! Não, ele não é um homem das cavernas nem mora num país em Guerra ou com ditadura ou nada assim. Mas acontece que quando tem muita magia junta, a eletricidade é bloqueada. Não, eu não endoidei. Esse meu amigo chama Harry Potter.

Nós nos conhecemos na escola. Isso mesmo, na quinta-série, se não me engano (e eu não me engano, está escrito dentro da orelha do livro, na minha caligrafia, meu nome completo e na linha de baixo 5ª A… já não gostava de escrever em livros naquela época!)… E, olha só, eu já gostava de ler, meus pais fizeram um bom trabalho comigo desde pequena (oi, Chapeuzinho Amarelo, alguém?), mas geralmente contos de fada e outras histórias que tivessem meninas como protagonista! Ora, eu tinha 11 anos, o que você queria? Mas a tia mandou de lição ler o livro e a CDF aqui foi ler um livro de menino (eca!)… E, opa! Ele também tinha 11 anos… Mas não ia rolar uma amizade; se você não sabe, eu te conto agora, nessa idade, meninas acham meninos nojentos e meninos acham meninas frescas e chatas, não rola amizade! Só que… Aquele muleque tinha algo de diferente, algo especial: ele fazia mágicas! E morava na escola! E a escola era num castelo! Láááááá em Londres! E eu me interessei. Ok, dizer isso é pouco… Deixe eu colocar assim, naquela época, tinha mania de marcar com pauzinhos quantas vezes relia um livro, a lápis, na folha de rosto. Eu li esse livro para a escola no segundo semestre. Sabe quantas vezes naquele ano meu eu de 11 anos releu esse mesmo livro? NOVE. Pois é… Harry foi meu primeiro amigo menino! Só que devo confessar que não gostava tanto dele… gostava bem mais de uma tal menina que me lembrava alguém (CDF, mandona, descabelada, hmmmm quem seria?), a tal da ermiône…

É aqui que paro para agradecer minha escola, a Escola Lourenço Castanho! Porque se não fosse minha professora da quinta-série, nunca conheceria Harry… Mas se não fosse minha professora da sexta-série, talvez nunca tivesse me tornado tão amiga desse muleque, afinal como uma menina de 11 anos saberia que aquele livro era uma série em publicação? E o que diabos ela entenderia por isso, se soubesse??? Graças à minha profa da sexta-série, visitei um lugar assustador – a câmara secreta! Mas ela não tira foto não, câmara não tem NADA a ver com câmera, viu? É tipo uma sala, mas não de aula… sabe?

E nunca vou esquecer a coisa mais bizarra que já vi um menino fazer que vi aquele ano – dessa vez um menino de carne e osso, que sentava à minha direita na primeira fileira da sala: ele estava lendo um livro em OUTRA LÍNGUA! Era português, mas não era português, era um português todo errado, e ele sentava e lia, e mostrava para todo mundo aquele livro cheio de erro! Ele disse que ganhou o livro do pai dele, que tinha ido viajar para Portugal… Ele achou o máximo! Na época, achei que o pai do tal menino devia ser doido, dar um livro todo errado para o filho! E o menino só lia, lia, lia… Ele dizia que era o terceiro livro do Harry e que não tinha no Brasil, foi um presente especial do pai dele, que só ele na escola inteira ia ler! Aí eu entendi tudo! O pai dele que deve escrever meio mal assim português, provavelmente escreveu aquela baboseira e deu para o menino dizendo que era de verdade! Mas era mentira! Não tinha como existir um livro que não tivesse em português – dãnh! Só que… só que a profa falou que aquela língua era um português diferente, o original! Peraí, original? E o que eu aprendo na escola é o quê? Facilitado para crianças? Porque tem mais de um português? E se essa língua existe mesmo, e esse livro, é de verdade? Corre para casa, esquentar cabeça de mãe e pai que não sacavam nada (e ainda não sacam…) desse tal de Harry Potter… Sinceramente? Acho que nem eu sacava muito bem, naquela época, que curiosidade toda era aquela sobre um livro de menino!?

Ganhei o livro três quando vi na livraria e fiz um pequeno escândalo (que faço até hoje quando vejo algo relacionado ao bruxinho, aponto e grito: “harry potter!”). Mas aí eu já tinha treze anos! E não é que o Harry também tinha treze anos? Engraçado, parece que esse menino me imita, todo ano que eu faço aniversário, logo em seguida aparece ele, mais velho! Sai da minha cola! Mas… poxa, que livro legal! Mudei de ideia, não sai da minha cola não, fica aqui, lugar especial da estante.

Com treze anos, já sabia usar o computador e a internet (o Harry não! Mas, eu não sabia fazer mágica e ele sabia), e foi aí que começou uma coisa que minha mãe chamou de obsessão! Eu descobri que quem tinha escrito o livro era uma mulher, lógico, só podia ser por isso que eu gostava de um livro que não era mais tããão de menino, e que ela prometeu escrever SETE! Sete histórias sobre o Harry! Até ele sair da escola! Coloquei no desktop do computador um relógio com contador para o lançamento do quarto livro. Minhas amigas todas gostavam de Harry Potter, mas nenhuma delas pôs contador nenhum… Já sabia um pouco de inglês, mas queria mesmo era saber tudo e não ter que esperar aquela lerda da Lia traduzir o livro todo! Vi as fotos na internet, o quarto livro era ENORME! Descobri o significado da palavra spoiler, e dali em diante, ela virou palavrão para mim! O dia previsto para o lançamento do livro em português, estava eu, na Saraiva, comprando o livro! Que dia feliz o dia que peguei aquele livrão!!!! Não lembro que dia da semana que era, só sei que fiquei o dia todo e a noite inteira na poltrona do meu quarto, só com a luz do abajur para ninguém ver que eu estava acordada, até terminar o Cálice de Fogo. Minhas costas ficaram doendo por uma semana. Meu coração ficou doendo mais. Não conseguia entender, eu queria tanto ler o livro todo, mas quando acabou… o que eu ia fazer???? Tinha que esperar mais um ano inteiro até ler o próximo! E eu estava MORTA de curiosidade!!!!

Pacientemente, ou nem tanto, esperei, comecei a visitar um fan site brasileiro, o potterish. Em algum momento daquela espera, isso virou uma obsessão diária! O quinto livro saiu em português. Contra todo o meu bom senso, li tudo em um dia e meio (eu tinha escola… e eu lembro que era dia de semana!)… de novo a angústia ao terminar a leitura tão rápido… Lógico que reli todos os cinco livros umas oitenta vezes. Conheci outro fan site, um internacional, mugglenet, que comecei a visitar diariamente também (hábito que mantenho até hoje, por sinal)… Por lá, fiquei sabendo que a Jô tinha um site só dela, com informações especiais! O sexto livro saiu lá, e eu no medo de perder uma palavra que fosse do Harry roí todas as minhas unhas (e fiz todo mundo que eu conheço roer as deles) esperando a lerda da Lia! Mas eis que a lerda da Lia virou a legal da Lia quando ela pôs online a PRIMEIRA PÁGINA em português! Lembro de ter lido aquela página milhares de vezes – cheguei a ler para o meu primo, que estava de visita um dia! Aprendi o significado da palavra mormaço. Li pela primeira vez e tinha uma ligeira ideia do que era, mas precisava ter certeza, né? Fui ao dicionário. Olhei quase todas as palavras daquela página no dicionário, só para ter certeza de que não perderia nada…

Comprei o sexto livro em protugês e nem preciso dizer que devorei o pobre bichinho, né??? Em 2007 saiu o sétimo e último livro da saga. Não aguento esperar, compro no mesmo fim de semana o tal em inglês. Afinal, já visitava o mugglenet sempre, sabia a diferença de tradução dos nomes, objetos, jogos. Não temia mais perder alguma coisa. Mas, só para garantir, quando o brasileiro saiu, comprei e li também!

E os filmes no meio do caminho? Acho que vi o primeiro filme quando lia o quarto livro. Lembro que o segundo fui com meu irmão ao cinema. Gritei e pulei da cadeira na hora do basilisco. Ele virou para mim, do topo dos seus cinco anos mais novo: “não faz isso, que vergonha!” até hoje ele ri de mim quando lembra! O quarto filme cabulei aula com a Fada para assistir. Com permissão paterna, lógico. Meu pai nos deixou logo cedo no Market Place. Pegamos a primeira sessão porque eu não podia esperar! Tinha um bando de crinaça na sala. Quando a Hermione apareceu com aquele vestido rosa, eu surtei “era AZUL! AZUL!”!! Surtei tanto que o segurança do cinema veio nos perguntar se precisávamos de “um ar lá fora“, sim ele queria me expulsar do cinema! Graças à Fada que pediu desculpas, ele não teve que me ouvir urrando enquanto ele tentava me arrastar para fora da sala de Harry Potter (essa cena só eu vi, na minha imaginação).

Veio o quinto filme, eu já estava desiludida com as adaptações, mas tinha que ver né? O sexto vi no Eldorado com as meninas, mas por causa da gripe suína a Fada não pode ir com a gente. Tadinha da Maira e da Gabi enquanto eu surtava analisando o enredo das horcrux…

O sétimo parte 1 vi em IMAX! E depois em 2D! Ia ver em 3D, mas ele não lançaram! Ainda não sei se perdoei a Warner por isso.. Vi com as meninas, vi com o Fernando, vi sozinha… acho que fui no cinema umas boas 4 ou 5 vezes (nada como ter um salário!)…. Salário???? Como assim, comecei com 11 anos e agora trabalho e pago minha própria entrada? Que baboseira é essa???

E o sétimo parte dois… eu vi sexta-feira passada, com uma menina alemã do meu lado. Em 3D. Num cinema pequenininho. Numa cidade no interior do norte de New Jersey, EUA. Acho que meu cérebro ainda pensa “Harry Potter = 11 anos” porque no meio do filme, na cena do cofre, virei para a Nicole e falei em bom protuguês: “ah, tá, até parece que tudo na vida é fácil assim!” ela me olha esquisito por trás dos óculos 3D. Percebo que não estou no Brasil. Não estou com minhas amigas. E que, naquele momento, começava a contagem regressiva para decididamente acabar minha infância. Alguns minutos depois, os créditos finais. Eu chorei, eu ri. No final, o sorriso no meu rosto, no da Nicole, no de todo mundo naquele cinema. Ela me pergunta o que achei, respondo “awsome!”, ela diz “me too!”. Nossos sorrisos diminuem um pouco. Eu falo: “now, we’re all grown ups!” e ela dá um bittersweet smile, dizendo: “we still have the park, right?”. Eu pego meu carro automático com placa de NJ, deixo ela em casa. Choro os 10 minutos que levo da casa dela até a minha. I’m all grown up. Entro no meu quarto e me olho no espelho, esperando ver uns cabelos brancos, sei lá. Não vejo nada. Não consigo dormir. Minha infância acabou. Uma jornada de 11 anos… ONZE ANOS! Eu tenho 22 anos! Eu estou VELHA! Eu estou em um país longe, longe de todo mundo que me conhece, que me entende. Que ia pedir uma análise detalhada depois do meu awsome!… Para onde foi minha infância? O que eu fiz com ela? Eu não quero crescer! Pára, pára tudo motorista, eu quero descer!!!! Nada pára… será que minha infância foi boa? Será que estou fazendo tudo direito? O que eu vim mesmo fazer aqui?

Daí lembro: ainda tem o parque temático. Dizem que em 2013 ele será expandido. Então tem no mínimo duas visitas ao parque. Tem o Pottermore, o novo projeto da JK, relançar os livros online. Isso deve dar uns 4, 5 anos. Ok, ainda tenho esperanças antes de ficar senil. Minhas amigas do lado de lá me deram forças, mandaram emails, mensagens. Eu posso fazer essas outras coisas com elas.

E daí eu percebo: minha infância não acabou! Enquanto eu conseguir ver uma placa de Harry Potter, apontar e gritar, o que provavelmente será para sempre, terei infância. Talvez uma partezinha pequena de mim, que será para sempre uma criança impressionada com aquele castelo gigante com escadas que se movem, e varinhas mágicas. Talvez essa parte tenha que ficar meio “escondida”, enquanto eu trabalho, recebo salário, dirijo. Faço essas coisas de adulto. Mas eu sei de algo que esses adultos boring não sabem. Eu sei fazer mágica! A mágica de parar o motorista do ônibus quando eu quero descer só com uns acordes (se eu fechar os olhos, vejo até uma coruja voando), a mágica de reabrir meu primeiro pedra filosofal (caindo aos pedaços – comprei novos nos últimos anos, para ler, os “originais” eu quero guardar, mas o 1º eu trouxe comigo!), a mágica de assistir a um DVD ou blu-ray do harry… E nessas horas, eu sei que o maior presente que a tia Jô me deu foi a minha infância. Que eu terei para sempre comigo. E ela usa óculos pretos e redondos, sim, senhor, minha infância é um menino (eca!)!!!

Eu sei fazer mágica sim! Se eu me concentrar e usar as palavras certas (afinal, é vingardium leviôsa, não leviosá!) posso até voar!…

This entry was posted on terça-feira, julho 19th, 2011 at 23:32 and is filed under Sem categoria. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

6 Responses to “Potter”

  1. Alana
    01:46 on julho 20th, 2011

    É, acho q todas sentimos isso quando o filme terminou… Mas realmente, nao terminou nossa infancia! Com ou sem hp, sempre seremos crianças! Ele vai sempre nos ajudar a lembrar e retomar nossos momentos de pequenos, mas quer prova maior de que ainda somos crianças do que brincar de pezinho, fazer guerra de travesseiro, fazer pose enquanto pula na cama elastica, fazer piquenique na sala, se acabar de comer brigadeiro enquanto joga twister e tantas outras coisas q fizemos so no ultimo ano??? Eu nao preciso… Tenho certeza de que ainda somos aquelas duas garotinhas q brincavam de balanço e de pular corda no recreio! Ok, agora temos as temidas responsabilidades, mas ainda assim tenho certeza de que continuamos crianças…

  2. Maira
    02:28 on julho 20th, 2011

    Gabi,
    Adorei sua postagem! Você conseguiu transformar em texto aquilo que senti quando acabei de ver o HP, talvez, o que ainda não tinha conseguido entender, aquela sensação, de vazio, mas cheio, sabe? O bom, nisso, é saber que de magia e de infância sempre teremos em nossas mentes!!! Quem diria nossa amizade? É magia, vai dizer? hehehehehehehe Prefiro pensar em magia do que acaso… acaso é tão simplista e sem graça… e querendo ou não HP nutriu bom um por tempo nossa amizade, pois ele era motivo da gente se encontrar, né? hehehehehe Mas, ele conseguiu torná-la forte e independente… e hoje, não é mais HP, que nos faz nos encontrarmos, sim, ele é um bom companheiro, mas, nossa amizade ultrapassou isso, fico feliz!!!!!!!!!! E, cuide-se, menina! Ainda aguardamos sua análise detalhada do HP, viu??? hehehehehe
    Beijos!

  3. nilda
    12:24 on julho 20th, 2011

    ai, gabi, quando você escreve com o coração, a leitura é um deleite. me lembrei de tudo q vc falou, fiquei emocionada. tenho um segredo pra contar: quando mantemos a infância assim tão forte na memória, não envelhecemos. até hoje sinto os cheiros da minha infância. meu primeiro estojo, que meu pai foi levar pra mim na sala, no segundo dia de aula do meu primeiro ano, pq não teve condições de comprar antes. aquele cheiro eu nunca esquecerei. e tantos outros que mantenho guardadinhos comigo. talvez esse seja o segredo de tudo. fique bem, minha filha. vc é muito querida.

  4. Fernando
    22:19 on julho 20th, 2011

    Nós sabemos que Harry Potter nunca vai acabar… Sempre vai ter o que falar sobre Harry Potter… É para isso que existe o parque, que vendem as coisas do filme que são divertidas, eu queria um dia achar a cerveja amanteigada, existe os fan-fictions que são bem criativos muitas vezes, existe os blogs, o potterish e o mugglenet para deixar sempre viva a imagem de Harry Potter.

  5. Tha
    23:31 on julho 20th, 2011

    Eu achei que eu tinha a mesma idade que o Harry, mas se você tem a mesma idade que o Harry… hm fiquei confusa! Eu lembro de quando a professora pediu para lermos o livro na escola: eu já tinha lido, óbvio. Na verdade eu ficava morrendo de inveja porque eles podiam ler o Harry pela primeira vez e eu tinha que esperar o próximo livro sair. O quinto livro eu ganhei de presente de aniversário do papai, ou será que foi o terceiro? Não sei, não lembro!
    A menos que sejamos Peter Pan, todos temos que crescer um dia. Contudo, isso não significa que parte de nós morra no processo, a gente só adiciona outras partes, outras lições que aprendemos com o tempo e decidimos o que fazer com elas!
    Agora… se você for ao parque eu quero um suéter de presente hehehhe eu sempre quis ter um!
    E você ainda nos deve o relatório completo do filme, viu?
    Beijos!

  6. Nandinha
    00:32 on julho 21st, 2011

    Nossa, Gabi! Quase chorei com seu texto, sério! XD

    Compreendo suas maluquices em relação ao Harry Potter… Eu não comecei a leitura dos livros tão nova, devia estar na 7º, 8º quando comecei a ler o primeiro livro. Mas, juro pra você… Foi tão, tão, TÃO! Assim, como foi pra você! E desde então, anos “obsessiva” pelo burxinho, tudo eu sabia, tudo eu queria saber… E cada livro lançado era uma tortura, porque não tinha como eu comprar >.<

    Sorte que eu tive um "casinho" de ensino médio que me deu o 5º livro, e convenci meu pai (a duras penas) em me dar o 6º, e já ganhava meu próprio dinheiro quando lançou o último, o 7º (comprei na pré-venda! Pela Saraiva XDD).

    Harry Potter também me traz esse gostinho de infância… E ter visto, na estréia, sexta-feira, aqui no Kinder Ovo do Sta Cruz o último filme… Nossa, como eu chorei! T.T

    Ah, e antes que eu esqueça: eu também surtei com o 4º filme! Que droga de vestido ROSA era aquele?! É AZUL! AZUL!

    E antes que eu esqueça [2]: nunca tive problemas com os meninos, e essa foi uma das razões pela qual me apaixonei pelo Harry: era um livro de "menino", que não tinha as frescuras femininas… E melhor – um livro de "menino", com uma menina muito f*! Aí, num teve jeito, né? Amor a primeira vista! XD (fã da Hermione de carteirinha!)

    É isso, adorei seu post! Leia o meu sobre o Harry! Só que o meu é mais uma "crítica" meia-boca sobre o filme, rs: http://mundinhoexilado.blogspot.com/2011/07/harry-potter-e-as-reliquias-da-morte.html

    Parabéns pelo texto! Beijo ^^

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